terça-feira, 18 de agosto de 2009

Fase Final - Projeto Confraria de Arte

JUIZ DE FORA - 17/8/2009 - 11:05 - Site do PJF

Lei Murilo Mendes – Funalfa divulga classificados para fase final de avaliação

Centro e quarenta e quatro projetos foram classificados para a fase final de avaliação da Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura – Edição 2009. A lista completa pode ser conferida no site da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) ou na sede da Funalfa, no Parque Halfeld, pelo número do protocolo de inscrição. Foram aprovadas na segunda etapa de julgamento, as propostas que obtiveram nota igual ou superior a 80 pontos, em uma escala de zero a cem, atribuída por consultores contratados pela Funalfa. Na última etapa, os projetos classificados serão avaliados pela Comissão Municipal de Incentivo à Cultura (Comic), que também atribuirá notas de zero a cem, considerando os mesmos critérios utilizados pelos consultores e estabelecidos em edital: consistência, exequibilidade, efeito multiplicador e impacto cultural. Os proponentes que não obtiveram valor mínimo de 80 pontos em seus projetos têm até a próxima sexta-feira, 21, para entrar com recurso, solicitando reexame. A orientação é procurar a Secretaria da Lei Murilo Mendes, na sede da Funalfa, das 9h às 12h e das 14h às 18h, para protocolar o pedido, sem cobrança de taxa. A nova avaliação não será feita pelo mesmo consultor que atribuiu a primeira nota. Diferente dos anos anteriores, e como previsto em edital, será indicado outro avaliador, de modo que haja uma visão diferenciada sobre a proposta. A expectativa da Funalfa é de que o resultado final da Lei Murilo Mendes seja divulgado na última semana de setembro. Serão aprovadas as propostas que obtiveram maior média aritmética no somatório das notas atribuídas pelos consultores e pela Comic. Nesta edição, o valor total de recursos destinados ao financiamento dos projetos aprovados é de R$ 1 milhão, com contingenciamento de 30%, conforme previsto no Decreto Municipal 09764/09.

Confira o número de protocolo dos projetos classificados para a última etapa:

001/09; 004/09; 005/09; 006/09; 009/09; 010/09; 011/09; 012/09; 014/09; 017/09; 019/09; 022/09; 029/09 031/09; 033/09; 034/09; 035/09; 036/09; 037/09; 038/09; 041/09; 042/09; 043/09; 044/09; 045/09; 046/09; 047/09; 048/09; 050/09; 055/09; 059/09; 063/09; 064/09; 065/09; 066/09; 068/09; 069/09; 071/09; 073/09; 074/09; 075/09; 076/09; 080/09; 081/09; 084/09; 087/09; 088/09; 093/09; 094/09; 096/09; 097/09; 100/09; 101/09; 103/09; 104/09; 105/09; 109/09; 113/09; 114/09; 117/09; 119/09; 121/09; 124/09; 125/09; 128/09; 129/09; 132/09; 133/09; 134/09; 137/09; 141/09; 148/09; 152/09; 153/09; 154/09; 155/09; 157/09; 158/09; 159/09; 160/09; 163/09; 165/09; 166/09; 168/09; 170/09; 173/09; 177/09; 178/09; 182/09; 183/09; 184/09; 188/09; 189/09; 190/09; 194/09; 195/09; 197/09; 199/09; 201/09; 208/09; 213/09; 217/09; 218/09; 220/09; 226/09; 228/09; 230/09; 239/09; 242/09; 245/09; 247/09; 248/09; 250/09; 252/09; 255/09; 257/09; 264/09; 268/09; 269/09; 270/09; 271/09; 272/09; 273/09; 276/09; 278/09; 280/09; 283/09; 284/09; 288/09; 292/09; 297/09; 301/09; 302/09; 303/09; 308/09; 309/09; 310/09; 314/09; 315/09; 321/09; 325/09; 329/09; 335/09; 337/09.

domingo, 16 de agosto de 2009

Bolsa Agente Escola Viva até 28 de agosto

Apoiar financeiramente projetos pedagógicos que integrem Cultura e Educação e visem contribuir para um sistema de ensino com melhor qualidade. Esse é o objetivo do Bolsa Agente Escola Viva 2009. Com recursos de mais de R$ 4,3 milhões, a Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (SCC/MinC) disponibilizará 300 bolsas para Pontos de Cultura que desenvolvam iniciativas em parceria com escolas e organizações estudantis. O valor recebido por cada proposta selecionada será de R$ 43.680,00, a serem divididos entre os parceiros que desenvolverão a iniciativa, da seguinte forma: R$ 10 mil para o Ponto de Cultura; R$ 20 mil para a instituição educacional; R$ 5 mil para o professor coordenador do projeto; e o restante em três bolsas mensais de R$ 380,00, por um ano, para os estudantes participantes. No período de 15 de julho até 28 de agosto, os proponentes poderão inscrever junto à SCC/MinC o projeto pedagógico de caráter cultural conforme as especificações do edital, acompanhado da documentação exigida.

Veja edital no site http://www.cultura.gov.br/

Fonte: MinC

sábado, 15 de agosto de 2009

Sobre Identidade

Acho importante sim conhecer o outro, pois só assim podemos compreender o que move cada um. Criar esta identidade dentro de um coletivo passa pela visão de cada um e pela maneira como cada qual o outro, ou como cada um se posiciona em relação ao grupo em que está inserido.

Quando trabalhei na FUNALFA, na década de 90, tive a vontade de reunir vários artistas de JF e começamos a criar primeiramente um cadastro que deu origem a um banco de dados e daí começamos a direcionar projetos e exposições que reuniram artistas iniciantes e também os mais experientes e esta troca foi muito importante na época. Sempre achei primordial incentivar aqueles que estavam começando e sempre sentimos a falta em Juiz de Fora de uma estrutura que permitisse ao artista divulgar melhor o seu trabalho, assim como, ajudá-lo a alavancar sua própria carreira. Desenvolvemos vários projetos que reuniam outras atividades paralelas como a música, poesia e dança por acreditarmos desde então que a formação de público para a artes plásticas em Juiz de Fora era muito restrita e achávamos que unir atividades artísticas poderia atrair um público mais variado e que aos poucos iriam se apropriando de outras atividades antes desconhecidas para eles.

A Lei Murilo Mendes surgiu como uma das alternativas para o artista divulgar e ampliar o seu trabalho mas desde seu inicio foram poucos os artistas plásticos que tiveram propostas inscritas. Tenho certeza que não é por falta de projetos nem falta de idéias, mas sim falta de uma estrutura organizacional que possa ajudar aos artistas a concretizarem seus projetos.

De minha parte senti muito desanimada com o mercado em JF e desde 2005 não faço uma exposição individual. Tenho preferido atuar mais na área de arte-educação e tenho me dedicado muito a dar este incentivo a jovens alunos que percebo que tem muito talento, mas pouca iniciativa e capacidade de perseguir seus sonhos e realizá-los.

Atualmente tenho me voltado mais para a fotografia do que o desenho, apesar de reconhecer que minha paixão será sempre o desenho, mas a minha necessidade de expressão atualmente passa por outros caminhos. Já não preciso ver meus quadros sendo vendidos para me sentir realizada ou não acho mais que preciso viver de arte, mas fazer de todas as atividades que exerço uma manifestação artística.

Houve um tempo em que achei que colecionar prêmios em salões e realizar exposições de sucesso seria a realização total para qualquer artista. Hoje acho que toda está estrutura do mercado de arte é questionável. Quem pode dizer o que é arte ou não é? Quem pode dizer que um trabalho é melhor que outro trabalho? E finalmente quem pode ser capaz de determinar quem vai para a posteridade e quem vai ser esquecido após a sua morte?

Acho que me sinto mais feliz realizando um trabalho com uma preocupação estética e procurando agregar mais valores aos serviços que faço de design ou de decoração e sei que a diferença está no quanto de paixão que adicionamos ao ingrediente básico do nosso dia-a-dia.

Já fui muito idealista, sonhadora, andei muitas vezes com pastas e mais pastas embaixo do braço tentando divulgar e vender minhas idéias. Ás vezes sinto que fiquei menos audaciosa, outras sinto que fiquei mais consciente e pé no chão, enfim acho que o mais importante é acompanhar a evolução do mundo, da arte, dos conceitos e tentar fazer tudo da maneira melhor possível e principalmente da maneira que nos faça mais feliz. Afinal, eu costumo dizer que precisamos fazer da vida uma arte e da arte um alimento para a vida, e isto eu tenho procurado colocar como meta para continuar o meu caminho.

Rose Valverde

Profa. de Artes no CEM – Centro de Educação de Jovens e Adultos – Desenho artístico, desenho de moda e desenho em quadrinhos; Designer gráfico; web designer; Decoradora e Produtora cultural. Cursando pós-graduação em Arte, Cultura e Educação pela UFJF /Belgo Arcelor.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Confraria Indica:


Confraria Indica:


Primeira etapa da Lei - Projeto Confraria de Arte

Lei Murilo Mendes – 125 projetos são eliminados na primeira etapa de avaliação

Fonte: Site da PJF

A primeira etapa de avaliação dos projetos inscritos na edição 2009 da Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura eliminou 125 dos 338 projetos inscritos. Foram desclassificadas 33 propostas na área de Música, 29 em Literatura, 14 em Artes Cênicas, 14 em Artes Visuais, 11 em Audiovisual, nove em Patrimônio, Memória e Identidades Culturais, três em Pesquisa e 12 em Outras. A fase inicial refere-se à análise documental. A não apresentação dos documentos exigidos em edital implica em eliminação automática das propostas inscritas, independente da qualidade das mesmas. Conforme previsto no edital, não cabe recurso nesta etapa do processo.

A segunda fase de avaliação da Lei Murilo Mendes, que corresponde à análise de conteúdo, feita por consultores contratados pela Funalfa, já está em andamento e a previsão é de que os resultados sejam divulgados na próxima semana. Neste estágio do processo, cada proposta é avaliada por um profissional ligado à área na qual o projeto foi inscrito, considerando os critérios estabelecidos no edital: consistência, exequibilidade, efeito multiplicar e impacto cultural. Os consultores atribuem notas de zero a cem, sendo que somente os projetos com nota igual ou superior a 80 pontos são encaminhados para a fase final de avaliação. Os proponentes que obtiverem nota inferior a 80 terão direito a pedido de reexame, em um prazo de cinco dias úteis, a partir da data de publicação do resultado.

Na etapa final, a Comissão Municipal de Incentivo à Cultura (Comic) avalia os projetos, atribuindo notas também entre zero e cem, utilizando os mesmos critérios dos consultores. Serão aprovadas as propostas que obtiverem maior média aritmética no somatório das notas atribuídas pelos consultores e pela Comic. A previsão é de que o resultado final seja divulgado na última semana de setembro. Nesta edição da Lei Murilo Mendes, o valor total dos recursos destinados ao financiamento dos projetos aprovados é de R$ 1 milhão, com contigenciamento de 30%, conforme previsto no Decreto Municipal 09764/09.

Número de inscrição dos projetos eliminados

002/09; 013/09; 015/09; 016/09; 021/09; 024/09; 025/09; 027/09; 039/09; 049/09; 052/09 056/09; 058/09; 060/09; 061/09; 062/09; 078/09; 079/09; 082/09; 085/09; 090/09; 098/09; 099/09; 102/09; 106/09; 107/09; 110/09; 112/09; 115/09; 118/09; 122/09; 127/09; 130/09; 138/09; 139/09; 144/09; 145/09; 146/09; 147/09; 149/09; 150/09; 161/09; 164/09; 171/09; 172/09; 174/09; 175/09; 176/09; 179/09; 180/09; 181/09; 185/09; 186/09; 191/09; 192/09; 196/09; 198/09; 202/09; 204/09; 205/09; 206/09; 207/09; 209/09; 212/09; 215/09; 216/09; 217/09; 219/09; 221/09; 222/09; 224/09; 225/09; 227/09; 229/09; 231/09; 232/09; 233/09; 235/09; 238/09;241/09; 243/09; 244/09; 246/09; 249/09; 251/09; 256/09; 258/09; 260/09; 261/09; 262/09; 265/09; 266/09; 274/09; 275/09; 281/09; 282/09; 285/09; 286/09; 287/09; 289/09; 291/09; 293/09; 294/09; 295/09; 298/09; 299/09; 300/09; 301/09; 305/09; 306/09; 307/09; 311/09; 313/09; 316/09; 318/09; 320/09; 322/09; 323/09; 324/09; 327/09; 328/09; 330/09; 332/09; 336/09; 338/09.

Confraria Indica:

40 ANOS DE WODSTOCK – A ENCRUZILHADA DA CONTRACULTURA

CICLO DE DEBATES

10 a 14 / 18 a 21 de Agosto de 2009

LOCAIS:

ANFITEATRO JOÃO CARRIÇO (Exibição de filmes e debates)

ESPAÇO CULTURAL MEZCLA (Mesas Redondas, debates e show)

Mais do que apenas um evento que marcou uma era da música popular mundial o festival de Woodstock tornou-se um dos símbolos mais fortes da chamada “contracultura” em seu período de maior ebulição. Partindo dessa idéia, “40 ANOS DE WOODSTOCK – A encruzilhada da Contracultura” tem como objetivo propiciar um espaço para reflexão sobre este fenômeno social, suas influências sobre a cultura, o comportamento e seus desdobramentos políticos.

Dentro desta perspectiva serão realizados debates, exibição de vídeos e de fotos do período (não só relacionados ao Festival, mas abarcando a questão da contracultura), exposição de capas de vinis, apresentação musical, entre outros.

Vale destacar que a referida contracultura se constituiu em um conjunto de manifestações das mais diversas naturezas que colocaram em cheque paradigmas da civilização ocidental contribuindo para o avanço de causas como ecologia e desenvolvimento sustentável, busca por alimentação mais criteriosa, direitos das mulheres e dos homossexuais, igualdade racial, abertura a diferentes formas de espiritualidade, entre outros.

PROGRAMAÇÃO:

EXIBIÇÃO DE FILMES (Seguida de debates):

(ANFITEATRO JOÃO CARRIÇO – 19:00h)

ENTRADA FRANCA

- DIA 10 DE AGOSTO, SEGUNDA-FEIRA

Zabriskie Point (1970) - EUA

Direção: Michelangelo Antonioni

Duração: 110 minutos

Sinopse: Lançado em 1970, aborda uma das expressões da contracultura dos EUA na época. O filme conta a história de um jovem casal — uma jovem secretária idealista e um militante radical — para transmitir uma mensagem "anti-establishment". Daria, estudante de antropologia que está ajudando a construir uma cidade no deserto de Los Angeles; e Mark, rapaz que largou os estudos e está sendo procurado pela polícia sob suspeita de ter assassinado um policial durante um tumulto estudantil. A trilha musical inclui Pink Floyd, The Youngbloods, The Kaleidoscope, Patti Page, Jerry Garcia, e Grateful Dead. No Brasil este filme foi proibido pela Ditadura Militar na década de 1970.

- DIA 11 DE AGOSTO, TERÇA-FEIRA

Across The Universe (2007) – EUA

Direção:
Duração: 133 minutos

Sinopse: Musical que recria a partir das canções dos Beatles o turbulento período da década de 1960 e as transformações comportamentais vividas pela juventude.

- DIA 12 DE AGOSTO, QUARTA-FEIRA

Psych Out (1968) – EUA

Direção: Richard Rush

Duração: 82 minutos

Sinopse: No auge da cultura psicodélica, Psych-Out é centrado sobre o personagem da fugitiva Jennie (Susan Strasberg), abrigada por uma comunidade hippie onde uma banda de rock liderada pelo freak Stoney (Jack Nicholson) encarrega-se de dar-lhe apoio para que encontre o irmão Steve (Bruce Dern). Vítima de um trauma familiar, Jennie é surda, mas tem a capacidade de compreender a linguagem dos novos amigos através dos movimentos labiais. Determinada a encontrar Steve a qualquer custo, ela circula pelo underground de San Francisco. Vigoroso registro da Cultura Flower Power feito em pleno momento de sua vigência.

OBS. Legendas em espanhol

- DIA 18 DE AGOSTO, TERÇA-FEIRA

Woodstock (1970) – EUA

(Parte 01)

Direção: Michael Wadleigh

Duração: 116 minutos

Sinopse: 1969... Martin Luther King e Robert Kennedy estavam mortos a tiros. A guerra do Vietnã era francamente repudiada e constestada... Em agosto desse mesmo ano, mais de 500.000 pessoas se reuniram em uma pequena fazenda, nos arredores de Nova York para celebrar, durante mais de três dias com muito Rock and Roll e espírito comunitário. Mais do que palavras de ordem, paz e amor garantiram o maior festival da música do planeta. No ano seguinte, o mundo pôde assistir ao primeiro e único filme sobre esse encontro mágico, grande vencedor do Oscar de Melhor Documentário em 1994.

- DIA 19 DE AGOSTO, QUARTA-FEIRA

Woodstock (1970) – EUA

(Parte 02)

Direção: Michael Wadleigh

Duração: 143 minutos

- DIA 20 DE AGOSTO, QUINTA-FEIRA

Balada de Jack e Rose (2005) – EUA

Direção: Rebecca Miller

Duração: 112 minutos

Sinopse: Sobrevivente do pensamento livre dos anos 60/70, Jack é o último morador de uma comunidade hippie em uma ilha recentemente invadida pela especulação imobiliária. Carregado de idealismo, Jack criou sua filha Rose acreditando protegê-la do inóspito mundo pós-moderno. Por trás de uma rotina aparentemente idílica insurge os tormentos de uma doença terminal e o desabrochar da adolescência.

- DIA 21 DE AGOSTO, SEXTA-FEIRA

Kerouac o rei dos Beats (1986) – Alemanha

Direção: Klaus Maeck

Duração: 55 minutos

Sinopse: Documentário aborda vida e obra de Jack Kerouac, um dos principais escritores da geração Beat, autor do livro On The Road, influência fundamental para os movimentos contraculturais dos anos 60.

DEBATES:

(ESPAÇO CULTURAL MEZCLA – 20:00h)

ENTRADA FRANCA

- DIA 13 DE AGOSTO, QUINTA-FEIRA

Mesa redonda : 40 anos de Woodstock – A encruzilhada da contracultura

“Ecos de 1968 em Juiz de Fora: o movimento marginal” – Profª. Drª Christina Musse, jornalista e doutora em comunicação e cultura pela UFRJ; profª do curso de graduação em comunicação social da UFJF e membro do programa de pós-graduação da UFJF; autora do livro: Imprensa, Cultura e Imaginário Urbano: exercício de memória sobre os anos 60 / 70 em Juiz de Fora.

“Presença da Contracultura na Poesia Brasileira dos Anos 70” – Profº Drº André Monteiro, professor do Mestrado em Letras da UFJF.

“Beat: Uma Geração Pioneira” – Drª. Valéria Leão Ferenzini.

“Política e Sociedade na Contracultura” – Edwald José Winand, historiador formado pela UFJF, com pós-gradução em Filosofia e livreiro.

Introdução, apresentação e mediação de Bruno Tuler, Historiador com pesquisas na área de história da Música Popular e do Carnaval e Pós-graduando pela Universidade Federal de Juiz de Fora.

Exposição de Capas de Vinis.

- DIA 14 DE AGOSTO, SEXTA-FEIRA

ENTRADA FRANCA

Mesa redonda: Contracultura e seus ecos na música popular do Brasil.

(ESPAÇO CULTURAL MEZCLA – 20:00h)

Exposição de Capas de Vinis.

SHOWS:

- DIA 14 DE AGOSTO, SEXTA-FEIRA

(ESPAÇO CULTURAL MEZCLA – 22:00h)

OBS. SERÁ COBRADO COUVERT ARTÍSTICO

PROGRAMAÇÃO

QUINTETO SÃO DO MATO - Revezando-se nos instrumentos, os músicos vão do embalo dos ritmos latinos, passando por toques africanos, até as músicas ciganas do Meio Oriente, além dos diversos ritmos brasileiros, como: samba, choro, frevo, maracatu baião. Formado em Juiz de Fora por Chadas Ustuntas (Ordu- Turquia), Márcio Guelber (Juiz de Fora), Henrique Novaes (Lima Duarte), Maíra Delgado (Lima Duarte) e Nara Pinheiro (Juiz de Fora), o quinteto São do Mato vem buscando através do dialogo de ritmos e melodias tradicionais da Turquia e do Brasil, uma identidade musical que não é limitada por fronteiras.

FERRO VELHO - Juiz de Fora volta aos anos clássicos do Rock’n Roll e do Soul. A banda Ferrovelho chega para uma viagem aos anos 60 e 70 com referências ao tropicalismo e ao melhor do rock inglês e norte-americano: Led Zeppelin, Deep Purple, Aerosmith, Pink Floyd, Janis Joplin, Secos e Molhados e Mutantes. A banda Ferrovelho foi fundada em 2003 pela vocalista Monique Leitão. O outro integrante mais antigo é o guitarrista Corélio. De lá para cá, a banda sofreu algumas alterações e, além destes dois, é formada, atualmente, por Giovanni Stroppa na guitarra, Fred Fonseca no baixo e João Cordeiro na bateria.

FBI - Com Danniel Goulart (violão e vocais), Edson Leão (violão e vocais) e Luiz Lima (percussão e vocais). MPB e rock em versões acústicas, com ênfase nos arranjos vocais e no swing da percussão. No repertório, clássicos dos anos 60 e 70 (Beatles, Santana, Mutantes, etc.) e MPB de nomes como Alceu Valença, Zé Ramalho, Chico Buarque, entre outros.

ORGANIZADORES:

Edson Leão Ferenzini – Músico e Jornalista, formado pela UFJF com Mestrado em Teoria da Literatura e pesquisas relacionadas à influência da contracultura sobre a Música Popular Brasileira. É também professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac) em Juiz de Fora.

Valéria Leão Ferenzini – Doutora em História Social pela UFRJ.

Edwald José Winand – Historiador formado pela UFJF, com pós-gradução em Filosofia e livreiro.

Bruno Tuler – Historiador com pesquisas na área de história da Música Popular e do Carnaval e Pós-graduando pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Também atua como letrista em parcerias com vários compositores juizforanos.

APOIO:

Funalfa

Cultural Bar

C.A. de História do CES

Liberdade Livros